Ministério da Saúde lança campanha alertando sobre a importância da prevenção desde a infância, com ingestão adequada de cálcio e exercícios
Bastante conhecida entre pessoas mais velhas, principalmente mulheres pós-menopausa e homens a partir dos 65 anos, a osteoporose também pode atingir as crianças. Nesta quinta-feira, dia em que é lembrada a data mundial contra a doença, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) alerta que a fragilidade dos ossos na crianças pode estar associada a fraturas de repetição, com história familiar de osteoporose e alterações nas radiografias. Outro fator de risco é a presença de doenças crônicas que levam ao uso de medicamentos que baixam a densidade óssea, como o corticoide, usados normalmente em crises respiratórias ou alérgicas.
De acordo com o coordenador do Centro de Ortopedia da Criança e do Adolescente do Into, Pedro Henrique Mendes, tanto em crianças quanto em adultos, é muito importante que a doença seja diagnosticada precocemente.
— Se identificada no primeiro estágio temos muito a fazer para assegurar uma boa evolução no tratamento — explica.
A baixa ingestão de cálcio, que é uma das principais causas da osteoporose, chega a atingir 25% das crianças, principalmente entre jovens intolerantes à lactose e crianças com alguma doença inflamatória intestinal. Contudo, há ainda casos em que a osteoporose infantil não apresenta um motivo evidente de perda óssea.
Prevenção deve começar na infância
O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira um alerta reforçando que a osteoporose deve ser prevenida desde a infância. Uma campanha que estreia no próximo sábado chama atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.
A prevenção nesta fase é importante, pois é neste período que o indivíduo ganha estatura, fortifica seu esqueleto e adquire o máximo de massa óssea possível.
— É preciso aumentar na dieta das crianças o consumo de leite e derivados, que possuem alto índice de cálcio e diminuir o de refrigerantes. Outras fontes potenciais de cálcio são os vegetais de cor verde escuro, os peixes e os alimentos oleaginosos, como castanhas e nozes — orienta a coordenadora da Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Luiza Machado.
Outra recomendação fundamental é a prática de atividade física regular, pois, assim como os músculos, os ossos se tornam mais fortes com os exercícios.
A exposição ao sol, de 15 a 20 minutos diários, em horário correto, também é um hábito importante para a prevenção, já que a luz do sol estimula a produção da vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio nos ossos e diminui o risco de osteoporose.
— Temos que motivar à criança a sair de frente do computador e da televisão e brincar ao ar livre — alerta Luiza.
FONTE: BEM-ESTAR
De acordo com o coordenador do Centro de Ortopedia da Criança e do Adolescente do Into, Pedro Henrique Mendes, tanto em crianças quanto em adultos, é muito importante que a doença seja diagnosticada precocemente.
— Se identificada no primeiro estágio temos muito a fazer para assegurar uma boa evolução no tratamento — explica.
A baixa ingestão de cálcio, que é uma das principais causas da osteoporose, chega a atingir 25% das crianças, principalmente entre jovens intolerantes à lactose e crianças com alguma doença inflamatória intestinal. Contudo, há ainda casos em que a osteoporose infantil não apresenta um motivo evidente de perda óssea.
Prevenção deve começar na infância
O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira um alerta reforçando que a osteoporose deve ser prevenida desde a infância. Uma campanha que estreia no próximo sábado chama atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.
A prevenção nesta fase é importante, pois é neste período que o indivíduo ganha estatura, fortifica seu esqueleto e adquire o máximo de massa óssea possível.
— É preciso aumentar na dieta das crianças o consumo de leite e derivados, que possuem alto índice de cálcio e diminuir o de refrigerantes. Outras fontes potenciais de cálcio são os vegetais de cor verde escuro, os peixes e os alimentos oleaginosos, como castanhas e nozes — orienta a coordenadora da Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Luiza Machado.
Outra recomendação fundamental é a prática de atividade física regular, pois, assim como os músculos, os ossos se tornam mais fortes com os exercícios.
A exposição ao sol, de 15 a 20 minutos diários, em horário correto, também é um hábito importante para a prevenção, já que a luz do sol estimula a produção da vitamina D, que ajuda na fixação do cálcio nos ossos e diminui o risco de osteoporose.
— Temos que motivar à criança a sair de frente do computador e da televisão e brincar ao ar livre — alerta Luiza.
FONTE: BEM-ESTAR
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