Uma a cada dez mortes no mundo é causada por problemas provenientes da
inatividade física. O dado alarmante foi revelado em um artigo publicado
nesta quarta-feira (18) na revista britânica The Lancet, com base em um
estudo coordenado pelo cientista pelotense Pedro Curi Hallal. Os dados
apresentados na pesquisa que abrange, 122 países, mostram que a falta de
uma rotina de exercícios pode ser tão vilã quanto o tabagismo e ainda
mais prejudicial que a obesidade. Uma pessoa magra que não gasta
energias regularmente tem mais propensão a ter doenças crônicas
não-transmissíveis, como diabetes do tipo 2, problemas cardiovasculares e
hipertensão arterial, do que aquelas que estão acima do peso, mas
praticam esportes.
O Brasil está em uma posição intermediária entre todos os países utilizados na considerada maior pesquisa sobre atividade física já publicada no mundo. Porém, tem o segundo pior índice de inatividade da América Latina (49,2%), onde perde somente para a Argentina, com 68,3%. O estudo divulgado nesta quarta também revela que as mulheres em geral (51,6%) praticam menos atividade física do que os homens (47,2%).
A recomendação é que adultos façam no mínimo duas horas e meia de exercícios por semana, porém 33% não têm esta rotina. Já entre crianças e adolescentes até 18 anos, que precisam de pelo menos uma hora de atividades físicas por dia, 80% não cumpre a orientação. Hallal afirma que estes números estão diretamente ligados à política de cada país. No caso do Brasil, o número é alto, porque não se tem ambientes convidativos para a prática esportiva.
O cientista lembra ainda que a falta de segurança pública e de locais adequados para a prática de exercícios afasta as pessoas que trabalham durante todo o dia e não têm condições de pagar uma academia das atividades aeróbicas.
O Brasil está em uma posição intermediária entre todos os países utilizados na considerada maior pesquisa sobre atividade física já publicada no mundo. Porém, tem o segundo pior índice de inatividade da América Latina (49,2%), onde perde somente para a Argentina, com 68,3%. O estudo divulgado nesta quarta também revela que as mulheres em geral (51,6%) praticam menos atividade física do que os homens (47,2%).
A recomendação é que adultos façam no mínimo duas horas e meia de exercícios por semana, porém 33% não têm esta rotina. Já entre crianças e adolescentes até 18 anos, que precisam de pelo menos uma hora de atividades físicas por dia, 80% não cumpre a orientação. Hallal afirma que estes números estão diretamente ligados à política de cada país. No caso do Brasil, o número é alto, porque não se tem ambientes convidativos para a prática esportiva.
O cientista lembra ainda que a falta de segurança pública e de locais adequados para a prática de exercícios afasta as pessoas que trabalham durante todo o dia e não têm condições de pagar uma academia das atividades aeróbicas.
Fonte: Diário Popular
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