sexta-feira, 16 de novembro de 2012
TRILHA ECOLÓGICA FAZENDA CAMBOATÁ - TANAGRO S/A
Agradecemos a TANAGRO S/A, especialmente aos seus funcionários Glauber, Juliano e Adali pela grande atenção dada a toda nossa equipe.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Estudo mostra que obesidade pode se tornar 'irreversível' com o tempo
Pequisa indica que a doença é uma desordem que se auto-perpetua. Os Resultados enfatizam a importância da intervenção precoce na infância
Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos,
apresentaram uma pesquisa sobre obesidade mostrando que, quanto mais
tempo uma pessoa fica acima do peso, maior é o risco da doença se tornar
"irreversível". Este novo estudo revelou que a obesidade em ratos
subtituiu o peso normal do corpo, fazendo com que esses camundongos
passassem a ter um peso normal maior do que era antes. Todas as
informações são do site "Medical News Today".
- Nosso modelo mostra que a obesidade é, em parte, uma desordem que se
auto-perpetua e os resultados enfatizam a importância de uma intervenção
precoce na infância para tentar prevenir a doença, cujos efeitos podem
durar uma vida - afirmou o professor da Universidade de Michigan,
Malcolm J. Baixa.
Uma das ferramentas mais úteis envolvidas no estudo foi o novo modelo
de rato programado para "obesidade". Desse modo, foi possível monitorar
os animais em diferentes fases do estudo e em idades diferentes, apenas
ligando um interruptor que controla o apetite.
Segundo os pesquisadores, os resultados abrem caminho para perguntas a
serem feitas sobre o sucesso de regimes mais longos com corte de
calorias e a realização de exercícios rigorosos.
- Em algum lugar ao longo do caminho, se a obesidade é autorizada a
continuar, o corpo parece ligar um interruptor que reprograma para um
peso mais forte. Os mecanismos exatos que causam essa mudança ainda são
desconhecidos e requerem muito estudo. Isso vai nos ajudar a entender
melhor o motivo de a recuperação do peso parecer quase irreversível -
disse Baixa.
Atualmente, mais de 500 milhões de adultos e 43 milhões de crianças
abaixo de cinco anos são obesos e as doenças relacionadas à obesidade
estão no topo da lista de causas evitáveis de morte. Indivíduos obesos
têm uma chance muito maior de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e
doenças cardiovasculares, por exemplo.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
6 motivos para começar a fazer exercícios físicos agora
Confira
pesquisas que mostram que, além de ajudar a emagrecer, os exercícios
físicos podem ser grandes aliados para uma vida melhor
A
vontade de perder alguns quilinhos nem sempre é suficiente para manter
uma pessoa habitualmente sedentária em uma academia. Mas vários estudos
recentes têm mostrado que praticar um exercício físico não é importante
apenas para colocar a silhueta no lugar.
Alguns
aspectos da vida, como o aprendizado, o humor e até o desempenho no
trabalho, podem ser aprimorados com malhação – seja na academia, na
quadra, piscina ou na pista de corrida. A seguir, você confere algumas
pesquisas que indicam bons motivos para deixar a preguiça de lado, tirar
a roupa de ginástica do fundo da gaveta e começar a se exercitar.
1 - Quem se exercita ganha mais dinheiro
1 - Quem se exercita ganha mais dinheiro
Pode
parecer estranho, mas essa foi a conclusão de uma pesquisa recente feita
pelo economista Vasilios Kosteas, da Cleveland State University. De
acordo com ela, pessoas que fazem exercícios físicos pelo menos três
vezes por semana ganham 9% mais do que sedentários. Quem malha de uma a
três vezes na semana, ganha 5% a mais.
O motivo não está na ideia de que pessoas que malham são mais bonitas ou magras. Na verdade, essa diferença se dá porque, segundo o pesquisador, a ginástica ajuda no foco e na atividade cerebral, liberando endorfinas e melhorando a saúde e as habilidades físicas e emocionais das pessoas. Tudo isso, claro, resulta em um profissional mais produtivo, capacitado e qualificado.
O motivo não está na ideia de que pessoas que malham são mais bonitas ou magras. Na verdade, essa diferença se dá porque, segundo o pesquisador, a ginástica ajuda no foco e na atividade cerebral, liberando endorfinas e melhorando a saúde e as habilidades físicas e emocionais das pessoas. Tudo isso, claro, resulta em um profissional mais produtivo, capacitado e qualificado.
2 - Exercícios são bons para o desempenho sexual
O cansaço resultante das atividades físicas não atrapalha em nada a vida sexual das pessoas. Pelo contrário, os treinos podem ser benéficos para prevenir e tratar a disfunção, e, ainda, aumentar o desejo sexual. Pesquisadores da Unicamp conseguiram provar, em 2008, que praticar atividades aeróbicas cinco vezes por semana, por pelo menos meia hora, é um bom tratamento para problemas de ereção.
O cansaço resultante das atividades físicas não atrapalha em nada a vida sexual das pessoas. Pelo contrário, os treinos podem ser benéficos para prevenir e tratar a disfunção, e, ainda, aumentar o desejo sexual. Pesquisadores da Unicamp conseguiram provar, em 2008, que praticar atividades aeróbicas cinco vezes por semana, por pelo menos meia hora, é um bom tratamento para problemas de ereção.
Já um
estudo da University of California mostrou que corridas de 15 a 20
minutos de duração, todos os dias, são suficientes para aumentar a
libido de mulheres e homens com problemas de desejo.
3 - Malhar ajuda nos estudos
3 - Malhar ajuda nos estudos
Para
adultos que trabalham e estudam, encaixar um exercício físico na rotina
pode ser uma ideia fora da realidade, mas investigações recentes feitas
em diversos países revelam que pode valer a pena. Os resultados mostram
que a atividade cerebral, a memória e o aprendizado sofrem considerável
melhora com o exercício, em comparação com pessoas sedentárias.
Uma pesquisa da University of Illinois, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que os treinos estimulam a produção de neurônios ligados às funções cognitivas, que permitem assimilar e memorizar conteúdos.
Uma pesquisa da University of Illinois, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que os treinos estimulam a produção de neurônios ligados às funções cognitivas, que permitem assimilar e memorizar conteúdos.
4 - Treinos são tratamento para depressão
Os tradicionais remédios contra a depressão nem sempre fazem o efeito desejado e, no lugar deles, os exercícios físicos podem conseguir reverter o quadro. Uma pesquisa de 2011, feita pelo UT Southwestern Medical Center, provou esse fato. Os cientistas analisaram um grupo de pessoas de 18 a 70 anos com quadro de depressão e que não haviam respondido bem ao medicamento dado no início do tratamento.
Os tradicionais remédios contra a depressão nem sempre fazem o efeito desejado e, no lugar deles, os exercícios físicos podem conseguir reverter o quadro. Uma pesquisa de 2011, feita pelo UT Southwestern Medical Center, provou esse fato. Os cientistas analisaram um grupo de pessoas de 18 a 70 anos com quadro de depressão e que não haviam respondido bem ao medicamento dado no início do tratamento.
Depois
de fazerem exercícios por 12 semanas – escolhidos de acordo com o
perfil de cada um, 30% se recuperaram completamente e 20% tiveram
melhora considerável. Resultado que não havia sido alcançado pelas
pílulas.
5 - Falta de exercícios pode matar tanto quanto o tabaco
5 - Falta de exercícios pode matar tanto quanto o tabaco
Se
você não fuma, mas não pratica exercícios físicos, o risco de morrer
prematuramente é quase tão grande quanto se fosse viciado em tabaco. Um
estudo publicado em julho deste ano indicou que a causa da morte precoce
de uma em cada dez pessoas está ligada à falta de ginástica.
A pesquisa afirma que, todo ano, 5,3 milhões de pessoas perdem a vida por doenças cardíacas, diabetes, câncer de mama e cólon, além de outros problemas ligados ao sedentarismo.
A pesquisa afirma que, todo ano, 5,3 milhões de pessoas perdem a vida por doenças cardíacas, diabetes, câncer de mama e cólon, além de outros problemas ligados ao sedentarismo.
6 - Exercícios ajudam a tratar diabetes e doenças do coração
Além de prevenir doenças, as atividades físicas podem contribuir para a recuperação, de acordo com vários estudos. Um deles, realizado na Universidade de São Paulo – USP, indica que as atividades regulares ajudam no tratamento de diabetes mellitus tipo 1. Além disso, eles são benéficos para melhorar a pressão arterial e a frequência cardíaca, o que também indica a sua contribuição no tratamento de doenças coronarianas.
Além de prevenir doenças, as atividades físicas podem contribuir para a recuperação, de acordo com vários estudos. Um deles, realizado na Universidade de São Paulo – USP, indica que as atividades regulares ajudam no tratamento de diabetes mellitus tipo 1. Além disso, eles são benéficos para melhorar a pressão arterial e a frequência cardíaca, o que também indica a sua contribuição no tratamento de doenças coronarianas.
Fonte:
Exame
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Entenda as causas da cãibra e saiba como contornar o problema
Dores podem estar relacionadas à perda de líquido durante a prática esportiva ou à redução da taxa de sódio no sangue
As cãibras são comuns durante e após as atividades físicas. Podem
acometer pessoas saudáveis, jovens e que não tenham o hábito de praticar
esportes, mas também podem punir quem não se prepara direito para fazer
a atividade física.
O ortopedista Rogerio Teixeira da Silva, especialista em traumatologia do esporte do Hospital Samaritano, de São Paulo, lembra que as cãibras são mais frequentes nos músculos posteriores da perna (músculo gastrocnêmio) e podem se iniciar durante a atividade física, no repouso e até durante o sono. A etiologia é controversa.
— Mais frequentemente, a cãibra começa após uma contração muscular intensa com consequente encurtamento do músculo acometido — explica o médico.
Estão associadas a uma série de condições não relacionadas com o esporte ou o exercício. Como exemplo, o médico cita o suor e a diurese excessiva, que podem causar uma hiponatremia (diminuição da taxa de sódio no sangue) com consequentes cãibras.
— Podem ser momentaneamente interrompidas por uma contração ativa da musculatura antagonista à afetada, ou por um alongamento muscular passivo forçado dessa musculatura — orienta.
Após a resolução do quadro de dor, o músculo mostra alterações na excitabilidade e na contratilidade, mostrando-se fasciculado por alguns minutos (pode ficar tremendo). O músculo pode permanecer dolorido por alguns dias, dependendo da intensidade da cãibra.
O tratamento pode ser iniciado com a administração de eletrólitos, com soro via endovenosa, nos casos mais graves, ou reidratação por via oral, e a regulação do balanço hídrico. Entretanto, esse tratamento não é comprovadamente eficaz. Em pacientes não atletas, o sulfato de quinina e fosfato de cloroquina têm sido benéficos, principalmente nos casos de cãibras noturnas.
De acordo com Teixeira, todo atleta que está com cãibras provavelmente perdeu muito líquido no suor, e passa a não mais usar este mecanismo de sudorese para diminuir a temperatura central do corpo. Isso pode levar a quadros de estresse importantes, principalmente em esportistas de corrida de longa duração, com aumentos muito grandes da temperatura central, o que pode até resultar em risco de morte súbita pela grave desidratação que pode acompanhar esse quadro.
— O resfriamento do corpo é muito importante nessa hora, e você pode usar para isso medidas simples, como colocar o atleta em um ambiente mais gelado ou até mesmo o resfriamento do corpo e das áreas musculares afetadas pela cãibra com aplicação local de gelo — recomenda o médico.
A causa exata das cãibras durante os exercícios permanece controversa. Alguns estudos têm conduzido para a hipótese de desidratação, distúrbios eletrolíticos e fadiga muscular. Particularmente no esporte, uma hidratação pré-competitiva adequada é o melhor fator para a prevenção. Quando o esporte é praticado acima de 32ºC com umidade relativa do ar acima de 80% o risco aumenta muito. Nessas ocasiões, quando possível, a orientação é interromper o esporte.
O ortopedista Rogerio Teixeira da Silva, especialista em traumatologia do esporte do Hospital Samaritano, de São Paulo, lembra que as cãibras são mais frequentes nos músculos posteriores da perna (músculo gastrocnêmio) e podem se iniciar durante a atividade física, no repouso e até durante o sono. A etiologia é controversa.
— Mais frequentemente, a cãibra começa após uma contração muscular intensa com consequente encurtamento do músculo acometido — explica o médico.
Estão associadas a uma série de condições não relacionadas com o esporte ou o exercício. Como exemplo, o médico cita o suor e a diurese excessiva, que podem causar uma hiponatremia (diminuição da taxa de sódio no sangue) com consequentes cãibras.
— Podem ser momentaneamente interrompidas por uma contração ativa da musculatura antagonista à afetada, ou por um alongamento muscular passivo forçado dessa musculatura — orienta.
Após a resolução do quadro de dor, o músculo mostra alterações na excitabilidade e na contratilidade, mostrando-se fasciculado por alguns minutos (pode ficar tremendo). O músculo pode permanecer dolorido por alguns dias, dependendo da intensidade da cãibra.
O tratamento pode ser iniciado com a administração de eletrólitos, com soro via endovenosa, nos casos mais graves, ou reidratação por via oral, e a regulação do balanço hídrico. Entretanto, esse tratamento não é comprovadamente eficaz. Em pacientes não atletas, o sulfato de quinina e fosfato de cloroquina têm sido benéficos, principalmente nos casos de cãibras noturnas.
De acordo com Teixeira, todo atleta que está com cãibras provavelmente perdeu muito líquido no suor, e passa a não mais usar este mecanismo de sudorese para diminuir a temperatura central do corpo. Isso pode levar a quadros de estresse importantes, principalmente em esportistas de corrida de longa duração, com aumentos muito grandes da temperatura central, o que pode até resultar em risco de morte súbita pela grave desidratação que pode acompanhar esse quadro.
— O resfriamento do corpo é muito importante nessa hora, e você pode usar para isso medidas simples, como colocar o atleta em um ambiente mais gelado ou até mesmo o resfriamento do corpo e das áreas musculares afetadas pela cãibra com aplicação local de gelo — recomenda o médico.
A causa exata das cãibras durante os exercícios permanece controversa. Alguns estudos têm conduzido para a hipótese de desidratação, distúrbios eletrolíticos e fadiga muscular. Particularmente no esporte, uma hidratação pré-competitiva adequada é o melhor fator para a prevenção. Quando o esporte é praticado acima de 32ºC com umidade relativa do ar acima de 80% o risco aumenta muito. Nessas ocasiões, quando possível, a orientação é interromper o esporte.
FONTE: BEM-ESTAR
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
PARABÉNS AOS GANHADORES DOS PRÊMIOS NO MÊS DE ANIVERSÁRIO DA CORPORE SANO!!
Valdani Gomes Duarte: sessão de acupuntura da Chana Espíndola de Ávila
Rudinei Lange: presente mercado karol
Ítalo Bersch: avaliação física
Kamila Molet Cardoso: produto Yes Cosmetics (Emanuele Madruga Ferreira , revendedora exclusiva em Piratini)
Charles Garcia: avaliação física
Mitiélle Lopes Vargas: avaliação física
Waldecy Guastuci Duarte: produto Natura (revendedora Jussara Lopes furtado)
Sheila Colina dos Santos Oliveira: café expresso da Padaria Leal
Nael Luis dos Santos Rosa: avaliação física
Giácomo Farias Funari: produto Yes Comectis
Marlei Raseira Martins: produto Natura
Sueli de Oliveira Rosa: avaliação física
Paulo A. Madruga Gomes: desconto especial
Nóris H. Farias Madruga: desconto especial
Suzana Moraes Meireles: presente Apetrecho
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Dormir bem é essencial para melhorar o desempenho no esporte
Postura inadequada durante o sono pode agravar processos como contraturas, osteoporose e má circulação
O sono é essencial para o funcionamento das funções fisiológicas e
psicológicas do organismo. Enquanto dormimos, o corpo produz hormônios e
substâncias que desempenham papéis vitais. Portanto, eliminar esse
descanso da nossa rotina compromete o equilíbrio do organismo.
Conforme a fisioterapeuta Carolina de Oliveira, um atleta precisa ter, além de uma boa alimentação, noites de sono de qualidade. A privação do sono pode significar queda no desempenho, com a apresentação de sinais de cansaço, agitação, alteração no humor, entre outros sintomas prejudiciais para treinos e competições de atletas amadores e profissionais.
— Todos nós precisamos ter um sono de qualidade para que possamos ter saúde e bem-estar. No caso dos atletas, que utilizam seu corpo como ferramenta de trabalho, eles precisam ter uma rotina de noites bem dormidas para repor as energias gastas na prática do esporte — explica a fisioterapeuta.
Dormir mal aumenta a atividade da adrenalina no corpo, fazendo com que ele permaneça em estado de alerta e estresse. Além de interferir no rendimento das atividades diárias, noites mal dormidas podem agravar processos como contraturas, osteoporose e má circulação. A longo prazo, pode encurtar a expectativa de vida, desencadeando problemas metabólicos (como obesidade e diabetes), aumentando doenças cardiovasculares e diminuindo o rendimento físico e mental.
Confira algumas dicas da fisioterapeuta para dormir bem e treinar melhor:
:: O sono de qualidade começa com uma postura correta e bem alinhada. O ideal é alinhar a coluna cervical com a lombar, melhorando a circulação sanguínea e facilitando os estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos órgãos do corpo.
:: O travesseiro correto e de suporte apropriado faz com que a postura de descanso favoreça a anatomia fisiológica da coluna, além de evitar torções e inflamações dos tecidos, que podem ser lesões extremamente prejudiciais para um atleta.
:: A posição mais indicada para se dormir é sempre de lado, em posição de decúbito lateral. Essa posição não pode ser confundida com a posição fetal, onde se faz uma flexão exacerbada em toda a coluna vertebral, prejudicando-a com o passar dos dias.
:: Ao deitar de lado, deve-se usar um travesseiro para apoio da cabeça, em uma altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando assim, um ângulo de 90 graus no pescoço e outro entre os joelhos, que deverão estar preferencialmente semiflexionados.
Conforme a fisioterapeuta Carolina de Oliveira, um atleta precisa ter, além de uma boa alimentação, noites de sono de qualidade. A privação do sono pode significar queda no desempenho, com a apresentação de sinais de cansaço, agitação, alteração no humor, entre outros sintomas prejudiciais para treinos e competições de atletas amadores e profissionais.
— Todos nós precisamos ter um sono de qualidade para que possamos ter saúde e bem-estar. No caso dos atletas, que utilizam seu corpo como ferramenta de trabalho, eles precisam ter uma rotina de noites bem dormidas para repor as energias gastas na prática do esporte — explica a fisioterapeuta.
Dormir mal aumenta a atividade da adrenalina no corpo, fazendo com que ele permaneça em estado de alerta e estresse. Além de interferir no rendimento das atividades diárias, noites mal dormidas podem agravar processos como contraturas, osteoporose e má circulação. A longo prazo, pode encurtar a expectativa de vida, desencadeando problemas metabólicos (como obesidade e diabetes), aumentando doenças cardiovasculares e diminuindo o rendimento físico e mental.
Confira algumas dicas da fisioterapeuta para dormir bem e treinar melhor:
:: O sono de qualidade começa com uma postura correta e bem alinhada. O ideal é alinhar a coluna cervical com a lombar, melhorando a circulação sanguínea e facilitando os estímulos elétricos enviados pelo cérebro aos órgãos do corpo.
:: O travesseiro correto e de suporte apropriado faz com que a postura de descanso favoreça a anatomia fisiológica da coluna, além de evitar torções e inflamações dos tecidos, que podem ser lesões extremamente prejudiciais para um atleta.
:: A posição mais indicada para se dormir é sempre de lado, em posição de decúbito lateral. Essa posição não pode ser confundida com a posição fetal, onde se faz uma flexão exacerbada em toda a coluna vertebral, prejudicando-a com o passar dos dias.
:: Ao deitar de lado, deve-se usar um travesseiro para apoio da cabeça, em uma altura que se encaixe perfeitamente entre ela e o colchão, formando assim, um ângulo de 90 graus no pescoço e outro entre os joelhos, que deverão estar preferencialmente semiflexionados.
BEM-ESTAR
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Problemas provenientes da inatividade física podem causar a morte
Uma a cada dez mortes no mundo é causada por problemas provenientes da
inatividade física. O dado alarmante foi revelado em um artigo publicado
nesta quarta-feira (18) na revista britânica The Lancet, com base em um
estudo coordenado pelo cientista pelotense Pedro Curi Hallal. Os dados
apresentados na pesquisa que abrange, 122 países, mostram que a falta de
uma rotina de exercícios pode ser tão vilã quanto o tabagismo e ainda
mais prejudicial que a obesidade. Uma pessoa magra que não gasta
energias regularmente tem mais propensão a ter doenças crônicas
não-transmissíveis, como diabetes do tipo 2, problemas cardiovasculares e
hipertensão arterial, do que aquelas que estão acima do peso, mas
praticam esportes.
O Brasil está em uma posição intermediária entre todos os países utilizados na considerada maior pesquisa sobre atividade física já publicada no mundo. Porém, tem o segundo pior índice de inatividade da América Latina (49,2%), onde perde somente para a Argentina, com 68,3%. O estudo divulgado nesta quarta também revela que as mulheres em geral (51,6%) praticam menos atividade física do que os homens (47,2%).
A recomendação é que adultos façam no mínimo duas horas e meia de exercícios por semana, porém 33% não têm esta rotina. Já entre crianças e adolescentes até 18 anos, que precisam de pelo menos uma hora de atividades físicas por dia, 80% não cumpre a orientação. Hallal afirma que estes números estão diretamente ligados à política de cada país. No caso do Brasil, o número é alto, porque não se tem ambientes convidativos para a prática esportiva.
O cientista lembra ainda que a falta de segurança pública e de locais adequados para a prática de exercícios afasta as pessoas que trabalham durante todo o dia e não têm condições de pagar uma academia das atividades aeróbicas.
O Brasil está em uma posição intermediária entre todos os países utilizados na considerada maior pesquisa sobre atividade física já publicada no mundo. Porém, tem o segundo pior índice de inatividade da América Latina (49,2%), onde perde somente para a Argentina, com 68,3%. O estudo divulgado nesta quarta também revela que as mulheres em geral (51,6%) praticam menos atividade física do que os homens (47,2%).
A recomendação é que adultos façam no mínimo duas horas e meia de exercícios por semana, porém 33% não têm esta rotina. Já entre crianças e adolescentes até 18 anos, que precisam de pelo menos uma hora de atividades físicas por dia, 80% não cumpre a orientação. Hallal afirma que estes números estão diretamente ligados à política de cada país. No caso do Brasil, o número é alto, porque não se tem ambientes convidativos para a prática esportiva.
O cientista lembra ainda que a falta de segurança pública e de locais adequados para a prática de exercícios afasta as pessoas que trabalham durante todo o dia e não têm condições de pagar uma academia das atividades aeróbicas.
Fonte: Diário Popular
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